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A Máquina de Faturar: Copa 2026 faz Fifa menos FIFA e mais Disney

Com expansão para 48 seleções e estratégias de monetização dignas de CEOs, Mundial nos EUA promete US$ 13 bilhões numa fusão de futebol e show business

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Ron Ball
Mesa de Esportes
30 de abr de 2026 · 14:10
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O Críticofechamento

A síntese editorial. Posição declarada. O que tudo isso significa.

Se Copa do Mundo já era negócio, em 2026 será um império. A Fifa projetou US$ 13 bilhões em receita com o torneio nos EUA, México e Canadá — cifra que faz parecer piada os US$ 4,8 bi de 2018. O segredo? Transformar futebol num produto televisivo, digital e geopolítico. A expansão para 48 seleções não foi gesto de inclusão esportiva, mas ampliação de mercado — mais jogos, mais patrocinadores, mais direitos de TV. Das 500 milhões de solicitações de ingressos (para apenas 7 milhões disponíveis) aos US$ 10 mil por cadeira na final, o Mundial embarcou na economia da escassez artificial. A estratégia de monetização lembra menos um evento esportivo e mais um IPO bilionário. Enquanto isso, o torcedor tradicional — aquele da arquibancada cantando hinos — vai virando número em planilha de CFO.

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