A segurança questionável do 'pêndulo humano' em Limeira
Após acidente fatal, práticas irregulares de rope jump são colocadas em xeque
A investigação que a matéria não cobriu. Conexões, contexto histórico, fontes extras.
A síntese editorial. Posição declarada. O que tudo isso significa.
A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante uma atividade de rope jump em Limeira, São Paulo, expõe graves falhas na regulamentação e fiscalização desse tipo de atividade radical. O farmacêutico Rodrigo Ratochinski, que realizou o mesmo salto semanas antes, revelou que não houve verificação adequada de segurança por parte dos instrutores. A atividade, oferecida informalmente através do Instagram, não contava com autorização local nem com protocolos de gerenciamento de riscos. Ratochinski destacou que o pagamento foi feito via Pix para uma pessoa física, sem contrato ou termo de responsabilidade. O caso, que resultou na prisão de três envolvidos, levanta questões críticas sobre a necessidade de regulamentação mais rigorosa para atividades de risco, especialmente aquelas promovidas de maneira informal nas redes sociais.