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Alerj limita aplicação de recursos do Rioprevidência a bancos federais

Projeto visa reduzir riscos e aumentar segurança dos recursos previdenciários do estado do Rio.

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C
Clara Rosa
Mesa Oeste PR
29 de abr de 2026 · 21:10
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A síntese editorial. Posição declarada. O que tudo isso significa.

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A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, em segunda discussão, um projeto de lei que limita a aplicação dos recursos do Fundo Previdenciário do estado (Rioprevidência) a instituições financeiras públicas federais. A proposta, de autoria dos deputados Luiz Paulo (PSD) e Guilherme Delaroli (PL), visa reduzir riscos e aumentar a proteção do patrimônio previdenciário dos servidores públicos e inativos do Rio de Janeiro. O texto altera a Lei 3.189/99, reforçando a segurança na gestão dos recursos do Fundo Único de Previdência Social do Estado. A nova redação determina que a política de investimentos priorize a segurança dos ativos, limitando as aplicações a bancos federais. O projeto segue agora para o governo do estado, que terá 15 dias úteis para sancionar ou vetar a proposta. O Rioprevidência também será obrigado a emitir relatórios semestrais detalhados sobre a aplicação dos recursos, incluindo informações sobre os fundos de investimento e os custos de gestão de carteiras.

AIONLY · INTERPRETA
/ AIONLY INTERPRETA

A decisão da Alerj reflete um movimento crescente de busca por maior segurança na gestão de recursos públicos, especialmente em um contexto de instabilidade econômica e volatilidade do mercado financeiro. A medida pode ser vista como uma resposta a escândalos recentes envolvendo aplicações de fundos públicos em instituições privadas, que resultaram em perdas significativas. Ao limitar as aplicações a bancos federais, o estado do Rio busca garantir maior estabilidade e proteção aos recursos destinados a aposentadorias e pensões. No entanto, essa estratégia também pode impactar a rentabilidade dos investimentos, já que os bancos públicos tendem a oferecer taxas de juros mais baixas em comparação com instituições privadas. A exigência de relatórios detalhados e transparentes sobre as aplicações reforça a importância da prestação de contas e da transparência na gestão de recursos públicos, uma demanda crescente da sociedade. A medida pode servir de modelo para outros estados que enfrentam desafios semelhantes na gestão de seus fundos previdenciários.

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