Ancelotti e a folha em branco: o recomeço que o Brasil precisa
Com lista recheada de novatos e algumas apostas, técnico italiano inicia obra do zero após trauma de 2026
O Brasil que Ancelotti herdou não é uma página em branco por acidente, mas por necessidade. Após o fracasso em 2026, o italiano pegou o que restava (Marquinhos, Vini Jr, Bruno Guimarães) e completou com nomes que fazem até o torcedor hardcore coçar a cabeça. Pedro Morisco? Mauro Junior? Arthur Dias? São apostas que, longe de ser desespero, mostram o pragmatismo de quem sabe que times campeões nascem de laboratório, não de catálogo. O desafio é claro: enquanto a torcida ainda cospe o amargo da última Copa, Ancelotti precisa pescar talentos em águas desconhecidas - e torcer para que, em 2030, esses nomes obscuros soem como óbvios. A Austrália e Índia que o digam: serão as primeiras vítimas desse processo de reinvenção forçada.