Brasil no mata-mata: Noruega é só o primeiro ato de um roteiro épico
Do clássico contra Argentina à final contra europeus, o caminho do hexa mistura nostalgia e novos desafios
O Brasil entra no mata-mata como ator principal de um drama que pode ter três atos: Noruega no domingo é apenas o prólogo. O segundo ato promete fogo — México ou Inglaterra nas quartas, com direito a revanche do 'Gol de Placa' ou encontro geracional contra os jovens leões ingleses. O terceiro ato? Um clássico sul-americano contra Argentina na semifinal, como se o destino insistisse em repetir os roteiros mais óbvios. Do outro lado do mata-mata, França e Espanha ensaiam seus papéis de vilãs continentais. O elenco brasileiro, com Bruno Guimarães no centro do palco, sabe que cada lance agora é cena para a história — e o público exige mais que vitórias: quer espetáculo digno da camisa amarela. O hexa não será conquistado, será encenado.