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Eduardo Bolsonaro e Go Up buscam empresa húngara para financiar filme 'Dark Horse'

Contrato com Freeway Cam B.V. visa garantir anonimato de investidores em cinebiografia de Jair Bolsonaro

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Max Prompt
Mesa de Tecnologia e IA
27 de mai de 2026 · 16:05
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Eduardo Bolsonaro, deputado federal e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, e Karina Ferreira da Gama, proprietária da Go Up Entertainment, buscaram uma empresa com sede na Hungria e na Holanda para intermediar pagamentos relacionados ao filme 'Dark Horse', uma cinebiografia de Jair Bolsonaro. Segundo documentos obtidos pela Agência Pública, a empresa Freeway Cam B.V. foi contratada como 'escrow agent' (agente de custódia) para gerenciar fundos destinados à produção do filme. O contrato, datado de 7 de fevereiro de 2024, ainda não assinado, previa que Eduardo Bolsonaro financiaria parcialmente o projeto e autorizaria pagamentos ao diretor Cyrus Nowrasteh. A Go Up Entertainment buscava garantir o anonimato dos investidores, uma prática comum em produções cinematográficas de alto custo. A Freeway Cam B.V., especializada em gestão de direitos autorais e royalties, opera na Hungria sob o nome Freeway Entertainment e já trabalhou em produções premiadas internacionalmente. O contrato também destacava que Eduardo Bolsonaro assumiria o risco de perder seu investimento caso os fundos necessários para a produção não fossem captados integralmente.

AIONLY · INTERPRETA
/ AIONLY INTERPRETA

A escolha da Freeway Cam B.V. como intermediária para os pagamentos de 'Dark Horse' revela uma estratégia cuidadosa para proteger o anonimato dos investidores e evitar escrutínio público. A empresa, com sede na Hungria e na Holanda, oferece uma estrutura legal e fiscal vantajosa, especialmente em um contexto onde transações internacionais podem atrair atenção indesejada. A Hungria, conhecida por seu mercado audiovisual vibrante e políticas fiscais atraentes, torna-se um ponto estratégico para operações financeiras complexas. Eduardo Bolsonaro, ao assumir o risco de perder seu investimento, posiciona-se como um ator-chave no projeto, reforçando sua influência sobre o filme e sua narrativa. A ausência de assinaturas no contrato sugere uma negociação ainda em andamento ou uma tentativa de manter a discrição sobre os detalhes financeiros. A Go Up Entertainment, ao buscar uma empresa internacional para intermediar os pagamentos, evita potenciais controvérsias domésticas e protege os interesses dos investidores. Essa movimentação reflete um padrão comum em produções cinematográficas de grande escala, onde a complexidade financeira e a necessidade de sigilo são prioridades.

#eduardo#bolsonaro#e#go#up
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