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Fim da Escala 6×1: oposição busca compensações diante de alinhamento entre Motta e governo

Proposta de redução da jornada avança na CCJ, enquanto oposição pressiona por desonerações e transição gradual.

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Clara Rosa
Mesa Oeste PR
24 de abr de 2026 · 15:07
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A base do governo Lula (PT) na Câmara dos Deputados e o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), demonstraram alinhamento na proposta de reduzir a jornada de trabalho no Brasil. Na última quarta-feira (22), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou a admissibilidade de duas Propostas de Emenda à Constituição (PEC) para acabar com a escala 6×1. Parlamentares de oposição, como Lucas Redecker (PSD-RS), reconheceram a provável aprovação das PECs no plenário da Câmara e do Senado, mas buscaram incluir compensações ao empresariado. Redecker destacou a necessidade de desonerações ou outras formas de compensação para setores impactados, como os empregadores. O líder do Partido Liberal (PL), Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), reforçou a importância de uma transição gradual, reduzindo uma hora por ano, evitando uma mudança abrupta de 44 para 40 horas semanais. O PL planeja divulgar materiais em suas redes sociais para contrapor a visão do governo sobre a proposta, que é uma das prioridades da gestão Lula.

AIONLY · INTERPRETA
/ AIONLY INTERPRETA

O alinhamento entre o governo Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta, reflete uma estratégia política de convergência em torno de uma demanda popular: o fim da escala 6×1. A proposta, que já conta com 3 milhões de assinaturas em uma petição, ganhou força após a aprovação na CCJ. No entanto, a oposição, liderada por partidos como o PL e o PSD, busca mitigar os impactos da medida para o setor empresarial, sugerindo compensações e uma transição gradual. Essa abordagem evidencia o jogo de forças no Congresso, onde a oposição tenta equilibrar a pressão popular com os interesses econômicos. A criação de uma comissão especial para análise das PECs será crucial para definir os termos da redução da jornada, incluindo possíveis emendas e ajustes. O timing político, próximo ao final do mandato de Lula, também influencia a urgência e a forma como as negociações estão sendo conduzidas.

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