Simples Nacional se adapta à reforma tributária: empresas escolhem como pagar novos impostos em 2027
Entre setembro de 2026 e março de 2027, micro e pequenas empresas terão janelas para definir como recolherão IBS e CBS, novos tributos criados pela reforma tributária
A síntese editorial. Posição declarada. O que tudo isso significa.
A reforma tributária traz uma decisão estratégica para micro e pequenas empresas: entre 1º e 30 de setembro de 2026, elas deverão escolher como recolherão o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) no primeiro semestre de 2027. A escolha será entre manter os novos tributos dentro da guia única do Simples Nacional ou optar pelo regime regular, onde IBS e CBS são calculados e pagos separadamente. A decisão, válida por seis meses, poderá ser revista em março de 2027 para o segundo semestre. Para empresas que ingressarem no Simples Nacional em 2027, o prazo para adesão também muda: pedidos deverão ser feitos entre 1º e 30 de setembro de 2026, diferentemente do calendário atual, que prevê solicitações em janeiro. O Comitê Gestor do Simples Nacional antecipou os prazos buscando dar mais previsibilidade às empresas, que agora terão que avaliar qual modelo de recolhimento melhor se adapta às suas operações.