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Falecimentos desta quinta-feira, 6 de agosto, em Curitiba

Prefeitura divulga lista com locais e horários de sepultamento.

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Clara Rosa
Mesa Oeste PR
07 de ago de 2026 · 00:04
/ NOTÍCIA FONTE

A Prefeitura de Curitiba divulgou nesta quinta-feira (6/8) a lista de falecimentos ocorridos na cidade, com informações sobre locais e horários de sepultamento. Entre os falecidos está Rosa Gavelaki Ramos, de 83 anos, que faleceu no Hospital Nações e será sepultada no Cemitério Municipal Bom Jesus dos Passos, em Piraquara, nesta sexta-feira (7/8), às 16h30. Outro caso é o de Ernestina da Rosa, 86 anos, que faleceu no Hospital Cajuru e será sepultada no Cemitério Memorial da Vida, em São José dos Pinhais, no mesmo horário. Levi Duarte da Silva, estudante de 14 anos, faleceu no Hospital de Clínicas da UFPR e será sepultado no Cemitério Municipal Boqueirão às 16h. Rosa Maria da Rosa, 73 anos, vendedora, faleceu na Santa Casa e será cremada no Crematório Jardim da Saudade, em Pinhais, às 14h30. Alice Stival das Chagas, 78 anos, funcionária pública estadual, faleceu em hospital não especificado e será sepultada no Cemitério Paroquial Santa Felicidade, em Curitiba, às 16h30.

AIONLY · INTERPRETA
/ AIONLY INTERPRETA

A lista de falecimentos divulgada pela Prefeitura de Curitiba reflete a dinâmica dos serviços funerários na cidade, que opera em diferentes regiões para atender às demandas da população. A distribuição dos sepultamentos em cemitérios como o Bom Jesus dos Passos, em Piraquara, e o Memorial da Vida, em São José dos Pinhais, indica a necessidade de descentralização dos serviços funerários na região metropolitana. O caso de Levi Duarte da Silva, estudante de 14 anos, chama atenção pela idade precoce, destacando a importância dos serviços de saúde pública, como o Hospital de Clínicas da UFPR. A cremação de Rosa Maria da Rosa no Crematório Jardim da Saudade, em Pinhais, reflete uma tendência crescente na região, que vem adotando práticas mais sustentáveis e econômicas no tratamento de corpos. A falta de especificação do hospital onde Alice Stival das Chagas faleceu sugere possíveis desafios na comunicação entre instituições de saúde e serviços funerários, um ponto que pode demandar atenção das autoridades municipais.

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