Tiroteio em escola tailandesa mata sete, incluindo atirador
Caso reacende discussão sobre protocolos de segurança em instituições de ensino no oeste paranaense
Um ataque a tiros na Escola Debsirin Nonthaburi, no distrito de Bang Kruai, província de Nonthaburi, Tailândia, resultou em sete mortos na última sexta-feira (7). Entre as vítimas estão professores, alunos e o próprio atirador, conforme confirmou o porta-voz da polícia tailandesa Trairong Phiwphan. O tenente-coronel Dechrapee Kongdee, comandante da polícia provincial, detalhou que o suspeito cometeu suicídio após o ataque. Testemunhas relataram ouvir sequências de tiros intercaladas com silêncio, inicialmente confundidos com fogos de artifício. A escola, com 3.100 alunos e 147 professores, já havia registrado incidente similar em fevereiro no sul do país, quando uma professora foi morta.
A tragédia na Tailândia reacende o debate sobre segurança escolar no oeste do Paraná, onde instituições de ensino mantêm protocolos revisados após casos como o de Medianeira em 2019. Enquanto escolas tailandesas enfrentam desafios com controle de armas, nossas prefeituras investem em rondas escolares integradas às guardas municipais - modelo que será expandido em 2026 com recursos do Fundeb. O Conselho de Segurança Escolar da AMOP monitora 412 unidades na região, onde câmeras e detectores de metal são realidade desde 2021. Especialistas da Unioeste alertam, porém, que tecnologia não substitui políticas de saúde mental estudantis, área que recebeu apenas 3% do orçamento municipal médio em 2025.