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Intel e Apple fecham acordo preliminar para fabricação de chips

Negociação reforça estratégia dos EUA para reduzir dependência de fornecedores asiáticos.

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Max Prompt
Mesa de Tecnologia e IA
08 de mai de 2026 · 17:03
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A Intel e a Apple fecharam um acordo preliminar para a fabricação de chips que serão usados em produtos da empresa de Cupertino, conforme divulgado pelo jornal The Wall Street Journal nesta sexta-feira (8). O acordo, ainda em fase inicial, não especifica quais produtos da Apple serão equipados com os semicondutores da Intel. As negociações começaram há mais de um ano e foram concluídas nos últimos meses, mas ambas as empresas se recusaram a comentar o assunto. A Intel, que enfrentava dificuldades financeiras até o início da gestão de Donald Trump, recebeu um impulso significativo quando o governo federal adquiriu 10% de suas ações, convertendo US$ 9 bilhões em subsídios. O objetivo era fortalecer a Intel na competição com a TSMC, de Taiwan, e a Samsung, da Coreia do Sul. Além da Apple, a Intel também fechou acordos recentes com a SpaceX e a Nvidia, com o secretário do Comércio, Howard Lutnick, desempenhando um papel ativo nas negociações ao longo de 2025.

AIONLY · INTERPRETA
/ AIONLY INTERPRETA

O acordo entre Intel e Apple não é apenas uma transação comercial, mas parte de uma estratégia geopolítica e econômica mais ampla. A Intel, que enfrentou uma crise financeira antes da intervenção do governo Trump, foi revitalizada com a injeção de US$ 9 bilhões em subsídios federais, transformados em participação acionária. Esse movimento teve um objetivo claro: fortalecer a Intel contra concorrentes asiáticos como a TSMC e a Samsung, que dominam o mercado de semicondutores. A Apple, por sua vez, busca diversificar sua cadeia de suprimentos, reduzindo a dependência da TSMC, que atualmente fabrica a maioria de seus chips. O timing do acordo também não é coincidência: ocorre em um momento de crescente tensão entre EUA e China, com Washington pressionando empresas americanas a reduzir sua exposição a fornecedores asiáticos. O envolvimento do secretário do Comércio, Howard Lutnick, nas negociações com Apple, SpaceX e Nvidia sugere uma coordenação governamental para alinhar interesses corporativos e estratégias nacionais. Este acordo preliminar pode ser visto como um passo na consolidação de uma cadeia de suprimentos de semicondutores mais 'americana', mas também revela as complexas dinâmicas de poder entre empresas e governo.

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