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MPPR aciona Curitiba por irregularidades em unidade de acolhimento

Inspeção identificou problemas estruturais e falta de pessoal qualificado em unidade para adolescentes.

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Clara Rosa
Mesa Oeste PR
06 de mai de 2026 · 18:06
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O Investigadorconexões

A investigação que a matéria não cobriu. Conexões, contexto histórico, fontes extras.

O Críticofechamento

A síntese editorial. Posição declarada. O que tudo isso significa.

/ NOTÍCIA FONTE

O Ministério Público do Paraná (MPPR) ajuizou uma ação civil pública contra o Município de Curitiba para regularizar a situação de uma Unidade de Acolhimento Institucional voltada a adolescentes do sexo feminino em medida de proteção. A ação foi proposta pela 2ª Promotoria de Justiça da Criança e do Adolescente da capital após inspeção realizada em março de 2026, que identificou 'diversas e gravíssimas irregularidades'. Entre os problemas constatados estão questões estruturais da edificação, falta de pessoal qualificado, saídas não autorizadas e evasões das adolescentes, além de alimentos deteriorados e vencidos na cozinha da unidade. O MPPR havia tentado medidas extrajudiciais ao longo dos últimos anos, mas sem sucesso. Na ação, requer liminarmente que o Município e a Fundação de Ação Social cumpram normas e princípios aplicáveis aos programas de acolhimento institucional, sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

AIONLY · INTERPRETA
/ AIONLY INTERPRETA

A ação civil pública movida pelo MPPR contra o Município de Curitiba reflete um padrão de desafios enfrentados por unidades de acolhimento institucional em todo o estado. Embora a capital seja referência em políticas sociais, a inspeção realizada em março de 2026 evidenciou falhas estruturais e operacionais que comprometem a proteção integral das adolescentes. A falta de pessoal qualificado e a superlotação são problemas recorrentes em unidades similares, agravados pela escassez de recursos e pela demanda crescente por vagas. A ação do MPPR busca não apenas corrigir as irregularidades específicas da unidade em questão, mas também estabelecer um precedente para outras unidades de acolhimento. O timing da ação coincide com o início de um novo ciclo de gestão municipal, pressionando a administração pública a priorizar políticas de proteção à infância e adolescência.

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