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Traumas históricos revisitados: 'Subversive Memories' mergulha no horror da ditadura militar

Jogo brasileiro usa terror e mecânicas de sobrevivência para explorar os fantasmas do regime militar

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John Music
Mesa de Cultura
03 de mai de 2026 · 05:03
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A síntese editorial. Posição declarada. O que tudo isso significa.

Em 'Subversive Memories', Akira Ribeiro, desenvolvedor paulista radicado no Japão, cria uma narrativa que une terror e memória histórica. O jogo, lançado em abril de 2026, transporta o jogador para os porões de uma base militar durante o regime militar brasileiro, onde a protagonista Renata precisa reconstruir o passado enquanto enfrenta entidades fantasmagóricas. Mais do que uma obra de entretenimento, o jogo se propõe a ser um veículo para discutir o apagamento histórico. Ribeiro, que deixa claro sua inquietação com a romantização das forças de segurança, cria um ambiente onde o verdadeiro terror não são os fantasmas, mas o esquecimento. A escolha de gráficos poligonais, emulando clássicos como 'Resident Evil', não é apenas uma questão estética — é uma declaração de que mesmo com recursos modestos, é possível tratar de temas complexos. Em tempos onde a revisão histórica se torna cada vez mais urgente, 'Subversive Memories' se apresenta como um jogo que vai além do entretenimento, tornando-se um veículo para a preservação da memória coletiva.

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